No Airbyte,
sources,
destinations e
connections se relacionam com o Kubernetes da seguinte forma:
Connectors rodam como pods no Kubernetes
Cada operação de conector é executada como um
workload — um pod no Kubernetes que encapsula a invocação de um ou mais métodos de interface do conector (READ, WRITE, CHECK, DISCOVER, SPEC). [
Architecture overview]
Existem dois tipos principais de pods:
•
Replication (SYNC) pods: Criados quando uma
connection executa uma sincronização. Chamam READ no conector de source e WRITE no conector de destination — ambos rodando no mesmo pod. [
Workloads & Jobs]
•
Connector Job pods (CHECK, DISCOVER, SPEC): Criados para operações pontuais em um conector de source ou destination, como verificar credenciais ou descobrir o schema. [
Workloads & Jobs]
Os pods só existem durante a execução
Os pods de source e destination são lançados
apenas quando uma connection está em execução. Com o autoscaling do cluster Kubernetes, é possível reduzir custos quando não há sincronizações ativas. [
Forum: Isolation and Combination]
Quem gerencia os pods?
O componente
Launcher (
airbyte-workload-launcher
) é responsável por consumir eventos da Workload API e interagir com o Kubernetes para lançar os pods. Ele também controla a criação de jobs com base nos recursos disponíveis, minimizando situações de deadlock. [
Architecture overview;
Workloads & Jobs]
Em resumo: cada vez que uma
connection dispara uma sincronização, o Airbyte cria pods no Kubernetes para executar os conectores de
source e
destination configurados naquela connection. 👍 0 button 👎 0 button ℹ️
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